Guia de Exames do Tiezzi

BANDA OLIGOCLONAL , Soro e LCR - Focalização Isoelétrica
Código do Exame:
oligo2
CBHPM:
5.03.00.74-6
Sinônimos:
Proteinograma

Produção do Exame

Tipo do Material:
soro e líquor
Volume:
2,0 ml de soro + 5,0 mL de liquor
Temperatura:
Refrigerado
Prazo do Resultado:
15 dias
Método:
Focalização Isoelétrica/Nefelometria/Imunoturbidimetria/Colorimétrico-Vermelho de Pirogalol

* Para exames com prazo informado em dias, este será considerado em dias úteis. Considerar o prazo a partir do recebimento da amostra no Núcleo Técnico Operacional (NTO). Amostras recebidas após as 17 horas terão os prazos iniciados no dia útil posterior

Instruções

Informações de preparo e coleta:
Devem ser enviadas amostras de soro e LCR, coletadas no mesmo momento. Orientações de coleta - LIQUOR : 1 - Coleta realizada por procedimento médico. 2 - Enviar o material sob refrigeração (2ºC a 8ºC). 3 - O envio de amostra de líquor para este exame poderá ser feito em tubo de transporte, exceto quando cadastrado juntamente com exames de microbiologia, que obrigatoriamente deverá ser enviado no frasco original. Orientações de coleta - SORO: 1 - Coletar amostra em tubo gel; 2 - Aguardar 30 min para retração do coagulo; 3 - Realizar a centrifugação em 3.200 RPM por 12 min; 4 - Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2° a 8° C.

Interpretação

Interpretação do exame:
Finalidade do exame: Exame utilizado para o estudo da imunoliberação intratecal de IgG, através da análise do liquor e soro simultaneamente. Indicações: Avaliação de doenças desmielinizantes, esclerose múltipla. Interpretação clínica: As bandas oligoclonais podem ser observadas em aproximadamente 90% dos pacientes com esclerose múltipla. Podem também ocorrer em outros processos infecciosos, autoimunes e neoplásicos do sistema nervoso central. Sugestão de leitura complementar: Puccioni-Sohler M, Lavrado FP, Bastos RRG, Brandão CO, Papaiz-Alvarenga R. Esclerose Múltipla. Correlação clínico-laboratorial. Arq Neuropsiquiatr 2001;59(1):89-91. Maciel EP. Esclerose múltipla: correlação clínica, liquido cefalorraquiano e neuro imagem. Tese de Doutorado. Neurologia. Ciências Médicas UNICAMP. 2002.

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BANDA OLIGOCLONAL , Soro e LCR - Focalização Isoelétrica
Código do Exame:
oligo2
CBHPM:
5.03.00.74-6
Sinônimos:
Proteinograma

Produção do Exame

Tipo do Material:
soro e líquor
Volume:
2,0 ml de soro + 5,0 mL de liquor
Temperatura:
Refrigerado
Prazo do Resultado:
15 dias
Método:
Focalização Isoelétrica/Nefelometria/Imunoturbidimetria/Colorimétrico-Vermelho de Pirogalol

* Para exames com prazo informado em dias, este será considerado em dias úteis. Considerar o prazo a partir do recebimento da amostra no Núcleo Técnico Operacional (NTO). Amostras recebidas após as 17 horas terão os prazos iniciados no dia útil posterior

Instruções

Informações de preparo e coleta:
Devem ser enviadas amostras de soro e LCR, coletadas no mesmo momento. Orientações de coleta - LIQUOR : 1 - Coleta realizada por procedimento médico. 2 - Enviar o material sob refrigeração (2ºC a 8ºC). 3 - O envio de amostra de líquor para este exame poderá ser feito em tubo de transporte, exceto quando cadastrado juntamente com exames de microbiologia, que obrigatoriamente deverá ser enviado no frasco original. Orientações de coleta - SORO: 1 - Coletar amostra em tubo gel; 2 - Aguardar 30 min para retração do coagulo; 3 - Realizar a centrifugação em 3.200 RPM por 12 min; 4 - Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2° a 8° C.

Interpretação

Interpretação do exame:
Finalidade do exame: Exame utilizado para o estudo da imunoliberação intratecal de IgG, através da análise do liquor e soro simultaneamente. Indicações: Avaliação de doenças desmielinizantes, esclerose múltipla. Interpretação clínica: As bandas oligoclonais podem ser observadas em aproximadamente 90% dos pacientes com esclerose múltipla. Podem também ocorrer em outros processos infecciosos, autoimunes e neoplásicos do sistema nervoso central. Sugestão de leitura complementar: Puccioni-Sohler M, Lavrado FP, Bastos RRG, Brandão CO, Papaiz-Alvarenga R. Esclerose Múltipla. Correlação clínico-laboratorial. Arq Neuropsiquiatr 2001;59(1):89-91. Maciel EP. Esclerose múltipla: correlação clínica, liquido cefalorraquiano e neuro imagem. Tese de Doutorado. Neurologia. Ciências Médicas UNICAMP. 2002.

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